Os dados abaixo mostram o grau de insegurança no País. Quase 12 milhões de vítimas de furto e roubo em um ano. Se fossem pesquisados os números de homicídios nos dois períodos em todo o País, o número também seria de assustar.
“De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, realizada pelo IBGE e divulgada nesta quarta-feira (15), 11,9 milhões de brasileiros – 7,3% da população – com dez anos ou mais de idade foram vítimas de roubo ou furto em um ano. O número faz parte do Suplemento de Vitimização e Justiça do Pnad. Em 1988, ano da última avaliação, o porcentual era de 5,4%. Somando o grupo de vítimas de roubo e furto e o de tentativa de roubo e furto, a sensação de insegurança da população chegou a 70,4%, frente a 47,2% para toda a população de 10 anos ou mais. O total de vítimas de furto, 6,4 milhões (3,9%), foi maior que o de roubo. O maior porcentual de vítimas foi verificado no grupo de pessoas entre 16 e 34 anos. Os roubos foram concentrados em vias públicas (70,5% dos casos), enquanto os furtos ocorreram mais em residências (47,6%). Telefone celular e dinheiro, cartão de débito ou de crédito ou cheque foram os principais alvos de roubo.” Fonte: www.bahianoticias.com.br
Obviamente, a Polícia e a Justiça criminal não têm condições de lidar com essa enormidade de casos. Por outro lado, grande parte da ínfima cifra de ações penais que chega aos tribunais acaba sendo arquivada ou encerrada por questões formais. Ainda assim, as cadeias estão superlotadas. Definitivamente, alguma coisa está errada com a segurança pública.