
Após os assassinatos de três policiais militares em Salvador e críticas de opositores acerca da segurança pública no estado da Bahia, o governador Rui Costa declarou que a discussão sempre parte do time que fala e nada faz, e desafiou a oposição a mostrar seus números.
“Evidente que tem aqueles que fazem e aqueles que falam. Sempre fui do time daqueles que fazem investimento em segurança pública. Todos estão desafiados na oposição a mostrar seus números e apresentar os dados. Não só no meu governo, mas no governo de Wagner, houve a maior contratação de profissionais para segurança pública. Nenhum outro governo colocou tantos policiais na população reforçando a quantidade. Agora mesmo concluímos o curso de treinamento para mais mil policiais que já estão nos municípios para reforçar o policiamento. E tem mais 1.700 que já entraram em treinamento agora no mês de maio e estarão nas ruas. Portanto, só esse mês serão 2.700 novos policiais militares colocados na rua”, afirmou o governador do estado.
Ele lembrou que autorizou a realização de um novo concurso da Polícia Militar para mais 2 mil vagas e já havia anunciado o concurso da Polícia Civil com mil vagas, incluindo as vagas de delegados e mais 400 vagas de agentes da polícia técnica.
“Ao todo estou falando este ano de 3.400 vagas para a segurança Pública. Além de investimentos em estrutura para a polícia, temos uma frota absolutamente renovada, com mais de 6 mil veículos para a Polícia, investimento em tecnologia. Temos o centro estadual de controle, que é o maior do Brasil, e está em fase de implantação, e essa foi a grande licitação que nós fizemos de 800 milhões de reais, para implantar o monitoramento eletrônico em inicialmente 80 cidades da Bahia, que significa implantar câmeras de reconhecimento facial e de placas.”
Rui Costa também criticou a liberação de acusados em audiências de custódias e disse que é preciso mudar urgente o Código Penal Brasileiro.
“Não é uma coisa séria esse Marco Legal do ponto de vista da legislação criminal e virou algo insustentável no país. Você prende o mesmo bandido sucessivas vezes. Então não é possível conviver com esse marco que a polícia prende e o sistema judiciário solta na audiência de custódia. É preciso mudar a legislação”, encerrou.
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Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalÃstica. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veÃculos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.
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