O mais novo secretário de Segurança Pública do estado da Bahia, Marcelo Werner, esteve na manhã desta sexta-feira (13) em Feira de Santana participando da entrega de novas viaturas para serem empregadas no município.
Durante coletiva de imprensa, o gestor avaliou a criminalidade existente na cidade, e em todo o estado.
“Feira de Santana é a segunda maior cidade da Bahia, uma região metropolitana com quase 1 milhão de habitantes, e nós sabemos disso. Já sabemos da realidade de Feira, ainda mais com um anel viário que aqui existe, importante tanto para a Bahia, quanto para o Brasil e estamos acompanhando essa guerra interna de criminosos e trabalhando com maior celeridade para contar novos eventos como aconteceram no presídio, e fora dele. Eu tenho 18 anos trabalhando na Polícia Federal aqui do estado da Bahia, cheguei agora com este desafio da SSP, e vamos continuar com os trabalhos, aqueles índices que estão baixos, iremos trabalhar com a inteligência, policiamento ostensivo com o intuito de diminuir a criminalidade. Enquanto secretário, eu preciso capitanear também políticas públicas para as quatro instituições que fazem parte, como a Polícia Militar, Polícia Civil, Departamento de Polícia Técnica e Corpo de Bombeiros, todas sendo tratadas da mesma forma”, disse.
Com relação às manifestações políticas que ocorreram no último domingo (8) em Brasília, o secretário informou que toda equipe está preparada e seguindo as determinações do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Estamos atentos desde o último domingo quando tivemos aquele ato em Brasília. Começamos a monitorar e acompanhar toda a Bahia. Cumprimos a determinação do STF de desarmar os pontos de acampamentos, reforçamos o policiamento também nos locais que poderiam ser invadidos, e até mesmo nos pontos turísticos de nossa cidade”, afirmou.
Na última terça-feira (10), um simulacro de bomba foi colocado no viaduto do conjunto Jomafa causando um grande transtorno à população, além de provocar um momento de pânico por quem passava no local.
Questionado sobre a demora da equipe do Batalhão de Operações Especiais (Bope) em chegar no município, o secretário informou que para novos profissionais possam atuar nesta área específica, é necessário que haja a capacitação.
“Quando houve a identificação, nós de imediato tivemos o acionamento do Bope que tem uma tropa especializada, e que sabemos que para isso, também existe a questão do preparo, da capacitação. Dentro do próprio Bope existe uma companhia específica, e ainda não conseguimos replicar até pela qualidade, pela formação que estes policiais recebem. Mas é importante dizer que atos como estes foram atendidos da forma mais rápida, conseguimos isolar o local, mas é um caso que ainda assusta a população”, contou.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
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