Laiane Cruz
Oito aparelhos de som automotivo, sendo um som do tipo paredão, foram apreendidos durante a operação Toque de Recolher no final de semana prolongado em Feira de Santana. Nenhum estabelecimento foi fechado e nenhum evento de grande proporção foi encerrado pelas equipes de Fiscalização Preventiva Integrada (FPI).
Para o secretário de Prevenção à Violência do município, Moacir Lima, os dados revelam que as pessoas estão tomando mais consciência acerca das aglomerações e comemorou o resultado das ações, que são feitas em parceria com a Polícia Militar.
Foto: Ney Silva/ Acorda Cidade
“Para minha surpresa, não tivemos nenhum problema de maior proporção em Feira de Santana. Nenhum estabelecimento foi multado, até porque a multa não é dada no local. É de acordo com a ação do proprietário, que se for reincidente, a ação é do Procon ou da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec). Não tivemos esse tipo de atividade que levasse a essa autuação. Com relação à quantidade, não fechamos nenhum estabelecimento nesse feriadão. As pessoas estão tomando mais consciência da questão da aglomeração”, afirmou Lima.
De acordo com ele, a maior parte dos aparelhos de som foi apreendida na zona rural pelas equipes da Operação Feira Quer Silêncio, comandadas pela Secretaria de Meio Ambiente (Semman) e policiais da 66ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM).
“Nossas atividades vão a todos os locais, e vários bairros da cidade foram fiscalizados, e além disso tem a zona rural. A maioria desses sons foi apreendida na zona rural. Foram três sons automotivos, dois em ocorrência de som residencial e três em residência na área comercial. Além disso, um paredão de som.”
O secretário enfatizou que aqueles que descumprirem as medidas de restrição são autuados pelo Procon ou pela Settdec, de acordo com as atribuições de cada órgão.
“Cada uma delas encaminha a documentação para o responsável apresentar de documentos de vigilância sanitária, alvará de funcionamento, projeto de pânico e incêndio. Se não apresentar, ficará sem funcionar, vai ser interditado. E se voltar a funcionar sem a documentação, será fiscalizado, a gente vai lacrar o estabelecimento até que normalize a questão.”
Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade.