O 2º Grupamento de Bombeiros Militares (2º GBM) de Feira de Santana passou a ser chamado de Batalhão de Bombeiros. Esta é uma nova reestruturação de uma norma que foi publicada recentemente.
Com 22 anos de atuação na corporação, o major do Corpo de Bombeiros, Emanuel Souza, explicou em entrevista ao Acorda Cidade quais são as novas mudanças válidas a partir de agora.
“O Corpo de Bombeiros passou por uma reestruturação, uma nova norma que foi publicada recentemente e uma das coisas que teve, foi a transformação dos grupamentos em batalhões. Com isso a gente também implementou o número de companhias, eram dois subgrupamentos por grupamento e agora nós temos três companhias por batalhão. Além disso nós tivemos uma reestruturação total no comando também da instituição, nós tínhamos dois comandos operacionais e passamos agora a ter quatro comandos operacionais”, explicou.
De acordo com o major, com esta mudança na reestruturação, aumenta o poder de controle e fiscalização.
“O principal impacto é principalmente com relação à criação dos comandos regionais, porque descentraliza e coloca um comando intermediário entre o comando de unidade e o comando geral tomando conta de algumas unidades do interior, aumentando o poder de controle e fiscalização. Nós criamos um Instituto Militar Superior de Bombeiro para a capacitação com um Centro de Treinamento Operacional, além de uma unidade especializada na frota do Corpo de Bombeiros Militares”, disse.
Mesmo com a nova reestruturação, o major enfatizou que o maior desafio no momento, é a expansão.
“No caso dos batalhões, o nosso principal desafio hoje é a expansão. Nós não estamos ainda em todos os municípios, nós estamos buscando ocupar e trazer esta segurança no maior número de cidades possíveis, logicamente que a gente não consegue fazer isso de vez, o nosso efetivo ainda é pequeno em relação ao nosso desafio. Em Feira de Santana a gente não vai ter um grande incremento agora porque a gente já tem dois postos ativados, e a gente também está expandindo para Serrinha, então, depois que a gente fizer esta expansão para Serrinha, aí sim a gente vai voltar para mais uma expansão em Feira de Santana, mas a princípio nós precisamos também ocupar novas cidades que também tem uma população grande que não pode também sofrer com a ausência do Corpo de Bombeiros”, enfatizou.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade
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