Feira de Santana

Após reajuste do preço da passagem, presidente do Sindicato dos Rodoviários prevê aumento da frota em Feira de Santana

Segundo Alberto Nery, além do aumento de veículos, pode ter também a retomada dos empregos.

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Foto: Andrews Pedra Branca

Na última terça-feira (18), entrou em vigor o novo aumento da passagem para o transporte público de Feira de Santana. Os passageiros agora estão pagando R$ 4,90 em espécie e R$ 4,75 através do cartão ViaFeira.

Diante desta nova mudança no município, o Acorda Cidade conversou com o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Alberto Nery.

Segundo ele, já era de se esperar este aumento, pois os valores estavam congelados desde o ano de 2020.

Presidente do Sindicato dos Rodoviários
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

“Não podemos discordar, primeiro porque a tarifa já estava congelada desde a pandemia, logo no início do ano. Pelo contrato celebrado entre o poder público e as empresas, teria que ter reajuste naquele período, mas de lá para cá, não houve nenhum tipo de reajuste. Mas tivemos reajustes de salários, óleo diesel, e eu acho que nada mais justo, este reajuste que foi concedido para as empresas neste momento”, informou.

Ainda de acordo com Alberto Nery, é necessário que a frota seja aumentada.

“Nós temos condições de atender com qualidade, porque não é possível uma cidade como Vitória da Conquista, que lá tem carros com ar condicionado, e uma cidade do porte de Feira de Santana, uma cidade quente e não tenha veículos com ar. Acho que poderiam aumenta a frota, voltar a realidade, porque antes da pandemia, Feira de Santana operava com 241 veículos, eram 120 da empresa São João e mais 121 da Rosa, fora os carros reservas. Depois da pandemia, essa frota foi reduzida e não houve nenhuma retomada para que eles pudessem atingir o número que antes operava. E com este aumento, com certeza que vai ter que contratar mais pessoas, inclusive aquelas que foram demitidas no processo da pandemia e até hoje buscam a oportunidade de serem recolocados no sistema”, disse.

Ainda segundo o presidente do Sindicato, antes da pandemia eram cerca de 1.100 rodoviários, mas agora o município só conta com cerca de 700.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

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