Feira de Santana

Superintendente de Operações destaca prejuízos em redes de drenagens como principais vilões do pavimento

Superintendente disse que fiscais da prefeitura circulam pelos bairros para identificar os pontos críticos, onde há necessidade de intervenção.

Foto: Jorge Magalhães
Foto: Jorge Magalhães

Constantemente o Acorda Cidade recebe diversas reclamações da população de Feira de Santana sobre problemas do município, principalmente quando o assunto é buracos ou pavimentação totalmente destruída

Morador da Rua General João Costa, bairro Capuchinhos , João do Ouro, como é conhecido, informou que todas as outras ruas do bairro, recebem algum tipo de serviço, até mesmo com o famoso ‘tapa buraco’, mas somente na rua em que reside, todas as crateras estão expostas.

“Isso aqui está um desastre, consertam todas as outras ruas, menos a nossa. Eu lembro que na época que estavam fazendo o túnel da João Durval, utilizam essa rua como desvio, passavam todos por aqui e depois tornaram ela como mão única. Fizeram um recapeamento há muito tempo, mas depois disso, nunca mais”, reclamou.

Rua General João Costa, bairro Capuchinhos em Feira de Santana,

Em entrevista ao Programa Acorda Cidade na manhã da última segunda-feira (15), o superintendente de Operações e Manutenção (Soma) de Feira de Santana, João Vianey, informou que duas situações estão dificultando os serviços da prefeitura.

“Hoje nós estamos com cinco equipes atuando em serviços de tapa-buraco, nós temos associado duas situações para este contexto, estamos com um volume de redes de drenagens danificadas muito grande, e em consequência disso, temos a degradação do pavimento causado também pelas constantes chuvas. Isso naturalmente degrada o pavimento, ainda mais quando temos o lançamento de água servida diretamente no pavimento, isso acelera o processo da degradação. Nós conseguimos mapear 40 segmentos de drenagem rompida, e estamos com três equipes recuperando o paralelo, mais cinco dedicadas com os buracos e mais seis equipes, com os reparos de drenagem”, pontuou.

De acordo com o superintendente, fiscais da prefeitura circulam pelos bairros para identificar os pontos críticos, onde há necessidade de intervenção.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

“As pessoas podem nos contactar através do 156, o Fala Feira que é um aplicativo, nós recebemos diversos questionamentos, e paralelo a isso, nós temos uma equipe vinculada a parte de obras, onde dois veículos fazem um roteiro pelos bairros fazendo esta avaliação e todo planejamento de intervenção”, disse.

Com relação ao Centro Industrial do Subaé (CIS), bairro do Tomba, o superintendente informou ao Acorda Cidade, que a responsabilidade é do Governo do Estado, mas salientou que a prefeitura também está realizando intervenções na localidade.

Ainda segundo o superintendente, alguns serviços ainda não foram realizados por falta de licitação.

“A Rua Maricoré no bairro Santo Antônio dos Prazeres como foi citada pelo ouvinte, é uma via não pavimentada. Neste ano, nós não fizemos nenhum serviço de patrolamento, até porque nós estamos com uma demanda intensa na Zona Rural. Mas esta via está em nosso planejamento, porém são planejamentos de 2019 também, um projeto de ligação com a Noide Cerqueira, mas estávamos em processo licitatório, veio a pandemia da Covid-19, tivemos problemas com elevação de preços e se não me falha a memória, 27 contratos foram rescindidos por conta da inviabilidade dos preços, mas agora nós retornamos com os projetos para fazer novas licitações”, concluiu.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

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